Outubro Rosa – A importância do autoexame

O autoexame das mamas NÃO basta para diagnosticar precocemente o câncer de mama, serve apenas para autoconhecimento do seu corpo. Somente o toque não apresenta eficácia para a detecção do tumor. O importante é que você saiba o que é normal nas suas mamas e diante de qualquer sinal de mudança fale imediatamente com seu médico.

E como você pode conhecer a sua mama?

O autoexame (ou auto-palpação ou toque das mamas) pode ser feito uma vez por mês. A melhor época é logo após a menstruação, para as mulheres que não menstruam mais, pode ser feito num mesmo dia de cada mês, por exemplo, todo dia 15. Durante o toque é importante procurar: deformações ou alterações no formato das mamas, abaulamentos ou retrações, ferida ao redor do mamilo, caroços nas mamas ou axilas e secreções pelos mamilos. E lembre-se, esses sinais não significam que você está com câncer, mas são sinais que devem fazer você ir logo ao seu ginecologista.

Lembrando que, durante todo mês, estamos arrecadando alimentos não perecíveis, em parceria com o Instituto Mario Pena. As entregas poderão ser realizadas na Central de Saúde e segurança do Alphaville.

Campanha Outubro Rosa – Medical Save

Uma das formas de chamar atenção para a importância da detecção precoce e do tratamento do câncer é o movimento Outubro Rosa.

A Medical Save apoia esta causa de luta pela prevenção e tratamento do câncer. Em parceria com o Instituto Mário Pena, receberemos, durante todo o mês de Outubro, doações de alimentos não perecíveis.

Esta causa nobre tem como objetivo auxiliar mulheres submetidas ao tratamento de câncer no Instituto.

Em reconhecimento a este gesto, daremos um brinde especial para os doadores.

As entregas poderão ser realizadas na Central de Saúde e Segurança do Alphaville.

Contamos com vocês!

AG Saúde – Dia Internacional da Síndrome de Down

No dia 21 de março, celebramos o Dia Internacional da Síndrome de Down! A cada ano que passa, a voz das pessoas com a deficiência e daqueles que vivem e trabalham com elas se torna mais forte. Este dia tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre a importância da luta pelo bem-estar, igualdade de direitos e inclusão dos portadores de Down na sociedade.

Caracterizada pela presença de 47 cromossomos em suas células em vez de 46. Pessoas com essa síndrome têm características típicas como olhos oblíquos, rosto arredondado, mãos menores com dedos mais curtos, prega palmar única e orelhas pequenas; além de estarem mais propensas a uma maior incidência de doenças, como a diminuição do tônus muscular responsável pela língua protusa, dificuldades motoras, atraso na articulação da fala e, em 50% dos casos, cardiopatias e problemas de vista.

De acordo com Guia Oftalmológico de Síndrome de Down, divulgado pelo Centro Médico Down da Fundação Catalana Síndrome de Down, dos transtornos de motilidade ocular, quase metade das crianças nessas condições apresenta algum tipo de estrabismo. Observa-se que até 50% das crianças demonstram dificuldade para ver de longe, outras 20% para ver de perto, algumas têm os canais lacrimais obstruídos, outras desenvolvem inflamações das margens das pálpebras (blefarite) e também apresentam nistagmo, que são oscilações repetidas e involuntárias rítmicas de um ou ambos os olhos. “Aproximadamente 80% dos casos de torcicolo na Síndrome de Down se devem a uma causa oftálmica identificável, como o nistagma e estrabismo, por exemplo. Se tratados podem solucionar ou ao menos melhorar o quadro.

Outras doenças bastante comuns aos portadores da Síndrome Down são o ceratocone – que se manifesta por um astigmatismo elevado ou por uma diminuição da acuidade visual – e a catarata. “Quando detectada no recém-nascido, a chamada catarata congênita, em geral compromete seriamente a visão e requer tratamento cirúrgico, em curto prazo. Cerca de 3% dos bebês com Down apresentam esse problema. Por isso, indicamos que a primeira consulta oftalmológica deve se realizar durante os três primeiros meses de vida e as avaliações de acuidade visual devem se repetir aos 6 e 12 meses e, depois, anualmente”, acrescenta a especialista.

Essas condições podem prejudicar o foco e dificultar a percepção de profundidade e, consequentemente, atrapalham o desenvolvimento das crianças com Down, pois é sabido que elas aprendem mais facilmente com informações visuais. “Quanto antes for diagnosticado e tratada qualquer deficiência visual, melhor será a qualidade de vida desse indivíduo.

 

“ Porque o amor não conta cromossomos