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Febre Amarela – Vacinação

Após a divulgação do resultado de exame que constatou a febre amarela como causa da morte de dois micos encontrados nos condomínios Bosque da Ribeira e Pasárgada, a Secretaria Municipal de Saúde esclarece:

– A febre amarela é uma doença infecciosa, causada por vírus e transmitida por mosquito. No meio rural e silvestre, o vírus é transmitido pelos mosquitos Haemagogus e Sabethes. Em área urbana, o vetor é o Aedes aegypti, o mesmo da Dengue, Zika e Chikungunya.

– A única forma de contágio é pela picada do mosquito infectado. Os primatas não humanos, como macacos, micos, não transmitem a doença. Os achados de primatas mortos servem de alerta para que os órgãos de saúde pública iniciem as ações de controle da doença.

– A vacina é a principal medida de combate a doença. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma única dose da vacina de febre amarela é o suficiente para proteção por toda vida.

Alertamos que toda população que reside ou que irá se deslocar para regiões silvestres, rurais ou de mata, deve se imunizar na Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua casa.

UBS Jardim Canadá: de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h30

Fonte: Secretaria Municipal de Saúde | Prefeitura de Nova Lima

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AG Saúde – Dia Internacional da Síndrome de Down

No dia 21 de março, celebramos o Dia Internacional da Síndrome de Down! A cada ano que passa, a voz das pessoas com a deficiência e daqueles que vivem e trabalham com elas se torna mais forte. Este dia tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre a importância da luta pelo bem-estar, igualdade de direitos e inclusão dos portadores de Down na sociedade.

Caracterizada pela presença de 47 cromossomos em suas células em vez de 46. Pessoas com essa síndrome têm características típicas como olhos oblíquos, rosto arredondado, mãos menores com dedos mais curtos, prega palmar única e orelhas pequenas; além de estarem mais propensas a uma maior incidência de doenças, como a diminuição do tônus muscular responsável pela língua protusa, dificuldades motoras, atraso na articulação da fala e, em 50% dos casos, cardiopatias e problemas de vista.

De acordo com Guia Oftalmológico de Síndrome de Down, divulgado pelo Centro Médico Down da Fundação Catalana Síndrome de Down, dos transtornos de motilidade ocular, quase metade das crianças nessas condições apresenta algum tipo de estrabismo. Observa-se que até 50% das crianças demonstram dificuldade para ver de longe, outras 20% para ver de perto, algumas têm os canais lacrimais obstruídos, outras desenvolvem inflamações das margens das pálpebras (blefarite) e também apresentam nistagmo, que são oscilações repetidas e involuntárias rítmicas de um ou ambos os olhos. “Aproximadamente 80% dos casos de torcicolo na Síndrome de Down se devem a uma causa oftálmica identificável, como o nistagma e estrabismo, por exemplo. Se tratados podem solucionar ou ao menos melhorar o quadro.

Outras doenças bastante comuns aos portadores da Síndrome Down são o ceratocone – que se manifesta por um astigmatismo elevado ou por uma diminuição da acuidade visual – e a catarata. “Quando detectada no recém-nascido, a chamada catarata congênita, em geral compromete seriamente a visão e requer tratamento cirúrgico, em curto prazo. Cerca de 3% dos bebês com Down apresentam esse problema. Por isso, indicamos que a primeira consulta oftalmológica deve se realizar durante os três primeiros meses de vida e as avaliações de acuidade visual devem se repetir aos 6 e 12 meses e, depois, anualmente”, acrescenta a especialista.

Essas condições podem prejudicar o foco e dificultar a percepção de profundidade e, consequentemente, atrapalham o desenvolvimento das crianças com Down, pois é sabido que elas aprendem mais facilmente com informações visuais. “Quanto antes for diagnosticado e tratada qualquer deficiência visual, melhor será a qualidade de vida desse indivíduo.

 

“ Porque o amor não conta cromossomos

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DICAS AG SAÚDE – Os riscos da automedicação

Tomar medicamentos por conta própria, ou por indicação de amigos, sem a prescrição médica, para problemas muitas vezes considerados simples – como dor de cabeça ou dores no corpo – é um hábito comum, mas que pode causar grandes danos à saúde e inclusive levar à morte. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o uso indevido de medicamentos é considerado hoje um problema de saúde pública, não só no Brasil, mas mundialmente. Tomar algum medicamento para tirar a dor sem que se investigue a causa é um perigo. A dor é um alarme do corpo para um problema. É preciso saber qual a causa. Simplesmente fazer uso de um medicamento por conta própria pode mascarar uma doença ou um problema mais grave.

Muitos medicamentos, como determinados tipos de analgésicos, antitérmicos e anti-inflamatórios ainda são vendidos nas farmácias sem a necessidade de apresentação da receita médica. E, para aqueles que buscam alívio rápido para um incômodo que consideram ser apenas momentâneo, a compra de medicamentos sem receita médica pode parecer o caminho mais fácil. Todavia, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o percentual de internações hospitalares provocadas por reações adversas a medicamentos ultrapassa os 10%.

Antibióticos

No final de 2010, a venda de antibióticos (usados no tratamento de infecções causadas por bactérias) sem prescrição médica foi proibida pela Anvisa. Entre os motivos, estava o aparecimento de bactérias super-resistentes. Mesmo após esta medida, muitas pessoas ainda acabam conseguindo um “jeitinho” de ter acesso a antibióticos sem passar pela avaliação de um médico, seja com familiares, vizinhos ou amigos que no momento fazem uso desses medicamentos.

Antibióticos são medicamentos de alto risco, uma vez que as bactérias são micro-organismos perigosos porque podem sofrer mutações. O indivíduo que utiliza indiscriminadamente antibióticos apresenta grande probabilidade de criar resistência ao medicamento. Além disso, muitos efeitos adversos são comuns em pacientes que fazem uso contínuo e inadequado desses medicamentos, como destruição da flora intestinal e aumento dos glóbulos brancos. Por isso, antes de fazer uso de qualquer medicamento, fique atento: procurar um médico e a orientação de um farmacêutico é fundamental para sua saúde.

Abaixo separamos algumas dicas para que se evite o uso indiscriminado de medicamentos e a intoxicação pelos mesmos.

– Só use medicamentos sob orientação médica e nas doses indicadas.

– Não use medicamentos no escuro para evitar a troca de embalagens ou erro de dosagem.

– Nunca dê medicamentos a crianças dizendo que se trata de “um doce”, “um suco”, “um refresco” ou “uma bala”.

– Guarde medicamentos em locais altos, de preferência com chaves, fora do alcance de crianças.

– Descarte adequadamente sobras de medicamentos e medicamentos vencidos.

– Não use medicamentos na presença de crianças em idade pré-escolar, pois os pequenos gostam de imitar os gestos e o comportamento dos adultos.

– Guarde o medicamento utilizado em seu lugar imediatamente após o uso.

– Não dê a crianças medicamentos indicados por vizinhos ou parentes, nem medicamentos prescritos para outra criança.

– Evite a pressa ao medicar uma criança. Ela pode tossir ou engasgar. Se houver vômitos ou derramamento, não dê doses extras sem antes consultar um médico.

– Ao comprar um medicamento, veja se confere exatamente com a receita do médico.

– Se você não entender a receita do médico, peça para ele reescrevê-la de forma legível.

– Mantenha longe do alcance de crianças, de preferência em local fechado, com altura mínima de 1,5m.

Em casos de duvidas acione a central de saúde do Alphaville (31) 3547-3005